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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Brasília Music Festival (BMF) Moto!!!

BMF Moto foi um evento o qual reuniu, nos dias 7, 8 e 9 de setembro, motociclistas de todo o país, alguns estrangeiros e vários admiradores de motos extravagantes e extremamente caras.

O rock’n’roll animava todos os dias e contagiava qualquer um que estivesse por lá. As bandas foram excelentes, variando entre nacionais e internacionais. Muito couro estava presente nas roupas, acessórios e outras coisas interessantes vendidas no local. Diferentes grupos de motociclistas, figuras interessantes e famílias marcaram o BMF.

O evento foi muito bem organizado, não houve nenhum tipo de tumulto, brigas ou desentendimentos. A variedade de comida era enorme, mas o problema era o preço, que não agradava o bolso dos consumidores. As bebidas em geral estavam acima da média.

Orange County Choppers era uma das grandes atrações. Eles fizeram uma moto inspirada em Brasília e a apresentaram ao público. Para a infelicidade dos fãs, ficaram pouco tempo e, no segundo dia, uma imensa fila foi formada para pegar seus autógrafos. Contudo, mais uma vez a permanência deles foi curta. A segurança foi exageradamente cautelosa e poucos conseguiram uma melhor aproximação.

Enfim, todas as motos expostas eram um espetáculo, o ingresso foi caro, mas valeu a pena e, sinceramente, não sei se ainda teremos eventos tão bons quanto esse na capital do Brasil.

- Amanda Rodrigues

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

O Punk Rock no Blackout Bar

O Punk Rock surgiu, no fim da década de 60 e estabeleceu-se na metade nos anos 70. Sua grande força e popularização aconteceu na Inglaterra, há contradições sobre seu nascimento, uns juram que foi nos EUA, enquanto outros afirmam que tenha sido na própria Inglaterra. Tinha um aspecto revolucionário, criticava tudo o que englobava os aspectos políticos da época e algumas outras questões relacionadas a esses temas.

Hoje em dia, os jovens ainda gostam da música, apreciam os acordes simples e amam os ídolos extravagantes. Mas muita coisa mudou, o Punk Rock não tem mais os objetivos principais de antigamente (isso não quer dizer que abandonaram seu espírito de revolução e que não existam mais bandas com esse intuito), as letras passaram a abordar temas mais genéricos e inocentes.

O Blackout Bar é um lugar, em Brasília, que ultimamente tem dado oportunidades e ênfase às bandas de rock da cidade, oferecendo seu espaço para que pequenos shows possam ser realizados. A cerveja é barata e a caipirinha é bem saborosa. Os shows geralmente têm os preços acessíveis, são organizados, apesar de que nunca começam no horário marcado, e o local possui seguranças contratados para todos os eventos.

Numa sexta-feira, no último dia do mês de agosto desse ano, foi a vez do Punk Rock no Blackout Bar, os jovens foram prestigiar as bandas contagiantes e animadas. Os Dissônicos abriram a noite, levando todos a curtirem o som com o refrão “Eu não sei dançar”, foi a primeira e uma das melhores bandas da noite. Em seguida, a banda Gramofocas continuou alegrando a galera... Eu não irei citar e comentar sobre todas as bandas que tocaram, pois como sou uma eterna seguidora do metal e hard rock, não me concedo esse direito, mas para quem realmente gosta, foi um excelente “showzinho”! As pessoas estavam contentes, as bandas foram ótimas e o ambiente estava propício para estar com os amigos e ter um bom divertimento. E embora algumas coisas tenham mudado nesse estilo de música, esse evento deixou um recado de que o Punk Rock não morreu!

- Amanda Rodrigues

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

E acabou no esquecimento...

No começo do ano de 2007, um crime bárbaro e cruel chocou os brasileiros. Em uma tentativa de assalto, uma criança de apenas seis anos foi arrastada, presa ao cinto de segurança do banco de trás do carro, por sete quilômetros, no Rio de Janeiro.

Segundo testemunhas, foi uma verdadeira cena de horror cujos bandidos sabiam o que estavam fazendo, sendo um deles menor de idade.

Tal fato teve grande repercussão e gerou uma intensa discussão no país sobre a redução da maioridade penal. O assunto infiltrou-se nas conversas populares e chegou ao senado. Os bandidos foram presos e nada relevante mudou em relação à maioridade penal.

A família do garoto começou uma campanha, com a finalidade de que esse assassinato não fosse apenas mais um ato de violência e que, principalmente, não caísse no esquecimento da população e dos governantes, no entanto, não obteve sucesso. Vieram os caos aéreos, que não deixam de ter sua importância, mas diferentemente da violência, só afetam a menor parte das pessoas, e outros assuntos também surgiram, apagando da memória o caso de João Hélio.

Um caso tão sério, chocante e triste foi mais uma demonstração de violência no país, um país regido pelo descaso dos políticos e que tem seus problemas esquecidos pela própria população. Mas infelizmente, essa é a realidade do Brasil, com o tempo, tudo acaba no esquecimento...

- Amanda Rodrigues